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A DSES alerta os cidadãos para terem cautela na candidatura aos cursos

  Têm aparecido, recentemente, instituições/indivíduos que alegam poder ajudar na candidatura aos cursos do ensino à distância (on-line) de diversas instituições do ensino superior do Interior da China, através de partilha de informações nas redes sociais, envio de mensagens de telemóvel ou distribuição de folhetos. Para tal, a Direcção dos Serviços do Ensino Superior apela aos cidadãos para terem cautela, a fim de protegerem os seus direitos e evitar perdas económicas, bem como lembrar os familiares e amigos para estarem alerta quando se candidatem aos respectivos cursos.

  De acordo com a regulação relativa à admissão de estudantes ao ensino à distância (on-line) das instituições do ensino superior do Interior da China (“Aviso do Gabinete do Ministério da Educação sobre Fazer Bem os Trabalhos de Admissão dos Estudantes para o Ensino Superior on-line das Instituições do Ensino Superior Pilotos do Ensino Moderno à Distância 2013”), apenas as instituições pilotos designadas e os centros de estudo fora das instituições publicados na “Plataforma Nacional dos Serviços de Admissão dos Estudantes para Ensino à Distância Yang Guang” podem admitir estudantes para o ensino à distância (on-line), não sendo possível nenhuma forma de transferência ou devolução dos poderes da admissão de estudantes e do funcionamento de cursos pelas instituições pilotos, nem podendo delegar indivíduos ou agências intermediárias para tratar dos assuntos da admissão de estudantes.

  Após uma verificação na página electrónica da plataforma acima referida, não existem instituições do ensino superior do Interior da China que estabelecem em Macau centros de estudo de ensino à distância fora das instituições. A DSES salienta também que o Governo da RAEM nunca aprovou nenhuma instituição do ensino superior do exterior que estabelecesse em Macau centros de estudo de ensino à distância fora das instituições. Assim, as instituições/os indivíduos que recentemente alegam ser agência de admissão de estudantes em Macau para cursos do ensino à distância (on-line) das instituições do ensino superior do Interior da China, age sob identidade falsa.

  Além disso, algumas publicidades relativas à admissão de estudantes alegam que “pode candidatar-se aos cursos mesmo que não tenha a respectiva habilitação académica”, contudo, segundo as regras do documento normativo do Ministério da Educação acima referido, “não é qualificado para se candidatar aos respectivos cursos em caso de não satisfazer os requisitos da habilitação académica correspondente”. Assim, pode-se perceber que o conteúdo dessas publicidades é falso.

  Sabemos ainda que as instituições pilotos designadas já criaram um mecanismo de admissão, directamente face aos estudantes, para publicação de informações relativas a admissão, inscrição, pagamento de propinas, bem como sobre consultas e queixas. A DSES apela novamente aos cidadãos para não confiarem nas palavras falsas de “intermediários” ou “agências”, tendo cautela para não serem enganados.